segunda-feira, 16 de março de 2009

NOME

Tu, em tudo presença
vibrar de asa
Eu, que nem nome tenho
jamais nua de água
Tu, felicidade do corpo
embasado em brasa
Eu, sequer lembrança
mero eco na sala
Tu, veneno curare
- e eu é que me chamo naja?
Do livro Éden Hades.

16 comentários:

JC disse...

Por vezes o nosso corpo fica feliz embasado em brasa, desde momento que haja motivo para que tal aconteça. Um ser escorregadio e esguio pode fazer com o nooso corpo fica no estado descrito.
Beijinhos

Vieira Calado disse...

Safa!

Não temos disso por cá...

Mas temos piores (rs)

Beijinhos à prima

Olavo disse...

È..tu veneno e eu que sou naja??
verdade..
beijos

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

Obrigado pela visita e pelas palavras de incentivo sempre.
Um abraço e uma boa semana

Luis Portugal disse...

Olá Neide
É bem verdadeiro esse poema.
Por vezes ofendemos... aqueles... por seu aspecto, enquanto os maldosos passam impunes e airosos como lindas flores.
Bom dia para si minha amiga.
Beijinhos

Violeta, disse...

Tem pessoas piores que cobras venenosas. São como o fogo que enegrece a madeira verde, não podendo queimá-la. Este é um pequeno e verdadeiro texto de Voltaire.

Bjss em seu coração.

Carla disse...

e tem toda a razão
gostei de ler, não conhecia
beijos amigos

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Neide, belo poema...Espectacular....
Beijos

JC disse...

Passei para deixar um Olá!
Beijinhos

João Reis disse...

Pois é Neide, grande verdade. Há muito veneno por descobrir.
Bjinhos tudo de bom.

Vivian disse...

...post perfeito e certeiro
a tantas 'najas' por aí..

bjus lindeza!

Pelos caminhos da vida. disse...

Verdade!

beijooo.

Carla disse...

Amiga vinha colher o selo que me ofereceste mas não consegui descobrir qual era
obrigada
beijos

Izinha disse...

Vim te deixar um beijo e desejar um dia lindinho.

manzas disse...

Há tantas por ai...tantas!
Só que o corpo não é igual... mas a lingua e o veneno, são iguais ou piores!rss

Tocavam os raios ensolarados e madrugadores
Nas vastas planícies, terras por conquistar…
Do chão brotavam vidas e esperanças de amores
Colhidas por ninfas ao som de flautas, a dançar

Mas nessas terras, também corriam ventos de tirania
Trazidas por lordes e senhores de um Rei ditador…
Cobrando liberdade a um povo que por ela ardia
Forçados às leis impostas pelas espadas, suor e dor

Um resto de uma agradável semana!

Bem-haja!

O eterno abraço…

-MANZAS-

Idaldina Martins Dias disse...

Olá, amiga, obrigada poa ter saudades minhas.
O poema deste post é, infelizmente, muito verdadeiro!
Detesto cobras mas há tanta dente que destila veneno!
Beijos gordos
Idaldina